Publicado por Setembro 4, 2008 por Brasil em 1° Lugar!
Maior ídolo cruzmaltino ganha homenagem em uniforme que dá destaque ao número 10, utilizado pelo craque durante toda a sua carreira
Camisa retrô em homenagem a Dinamite
Roberto Dinamite, eterno ídolo do Vasco, ganhou justa homenagem da grife Estilo Carioca. Uma camisa retrô com destaque para o número 10 foi lançada nesta terça-feira e já está à venda na loja oficial do clube a R$ 79,90.
Dinamite é o grande ídolo do Vasco e em junho foi eleito presidente cruzmaltino. Como jogador, ele é o maior goleador da história do clube com 754 gols. Além disso, Roberto é o principal artilheiro do Campeonato Brasileiro em todos os tempos, com 190.
Revelado em São Januário, Dinamite, que nasceu em Duque de Caxias, teve quatro passagens pelo Vasco. A primeira foi entre 1970 e 1979. Após uma passagem frustrada pelo Barcelona, ele retornou à Colina em 1980 e permaneceu em 1989. Depois de uma nova saída, ele atuou novamente no clube em 1990. A última vez foi entre 1992 e 1993, quando encerrou a carreira.
Dinamite ganha homenagem em camisa retrô lançada na última terça
Publicado por Agosto 7, 2008 por Alessandro Lisboa
1923 – O ano do Primeiro Título do Vasco da Gama no Futebol
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Saiba como Roberto virou ‘Dinamite’
Nome que consagrou craque do Vasco da Gama, atual presidente do clube, nasceu na redação de um jornal carioca
O garoto em questão era Carlos Roberto de Oliveira, até então conhecido apenas por Roberto. No tal treino, havia marcado dois gols, garantindo escalação para o próximo confronto, contra o Atlético Mineiro, na capital mineira. Mas Roberto não se saiu bem na primeira oportunidade como titular (a estréia no time de cima acontecera sete dias antes, quando entrara no intervalo na derrota para o Bahia por 1 x 0). Assim, na famosa partida contra o Internacional, Roberto começou no banco de reservas. Era só o início da carreira de um dos maiores ídolos do futebol brasileiro e do Vasco, que marcou 708 gols com a camisa vascaína.
André GarciaTV Globo
Roberto é o maior artilheiro da história dos campeonatos brasileiros com 190 gols
Maracanã, 25 de novembro de 1971. Pelo Campeonato Brasileiro, o Vasco vencia o Internacional por 1 x 0. O técnico cruzmaltino, Admildo Chirol, decide sacar Gílson Nunes para a entrada do jovem Roberto, de 17 anos. Na primeira bola que recebe, Roberto, recém-promovido dos juvenis, passa por quatro marcadores e faz um golaço. No dia seguinte, o “Jornal dos Sports” estampava na manchete: “Garoto-Dinamite explodiu”.
Pronto. Estava criado um dos apelidos mais famosos do futebol brasileiro. Certo? Errado! Diferentemente do que é divulgado, a alcunha “Dinamite” surgiu um pouco antes.
Mário Jorge Guimarães, hoje um dos editores executivos do departamento de esporte da TV Globo, na época trabalhava no “Jornal dos Sports” e acompanhou o surgimento de perto:
Capa do JS de 20 de novembro de 1971: a verdadeira estréia do apelido de Dinamite
- Em 1971, o jornalista Eliomário Valente, do “Jornal dos Sports”, cobria um treino do Vasco. De repente, um jovem que treinava entre os titulares chutou com tanta força que chamou a atenção de todos que assistiam ao coletivo. De volta à redação, Eliomário comentou com colegas que “tem um garoto com um chute muito forte. Um deles teve tamanha violência, que a marca da bola ficou estampada na trave (as balizas ainda eram feitas de madeira). O garoto tem dinamite no pé!”. Aparício Pires, editor-chefe do jornal, estava à procura de uma boa manchete e escutou o bate-papo. Após alguns palpites, teve a idéia de abrir o jornal de 20 de novembro de 1971 com a seguinte capa: “Vasco escala o garoto-dinamite”.
Publicado por Julho 19, 2008 por Alessandro Lisboa
AS MÚLTIPLAS IDENTIDADES DO CLUB DE REGATAS VASCO DA GAMA
Fernando da Costa Ferreira
RESUMO :
O presente trabalho visa analisar as várias facetas que o club de futebol Vasco da Gama apresentou ao longo de sua história a ponto que influenciar na formação de um bairro de igual nome.
Publicado por Julho 19, 2008 por Alessandro Lisboa
Vídeo sobre o time do Club de Regatas Vasco da Gama de 1923, que sagrou-se campeão carioca quebrando a barreira do racismo que separava a população pobre dos campeonatos oficiais de futebol.